28.4.17

A garota que lê | Entrevistando a autora Laís Rodrigues



Oi leitores, tudo bem?

Sim, agora vai ter entrevistas aqui! \o/ Entrevistas com autores maravilhosos que adoramos. Para começo, a primeira é a Laís Rodrigues, que inclusive, a bibliografia dela está Aqui, e a resenha do livro dela Aqui.
Ela foi super adorável e sincera ao responder as perguntas.

Então, vamos ao principal.


1. É natural de que cidade? 
R: Eu sou de Salvador, mas já vivi em Brasília e, atualmente, moro no Rio.

2. Como começou o seu envolvimento com a escrita?
R: De forma bem acidental. Sempre fui daquelas pessoas que amava ler, desde bem pequena, por incentivo dos meus pais, mas jamais imaginei que escreveria. É verdade que, sempre que eu lia um livro interessante ou assistia a um filme legal, eu imaginava como seria a minha versão daquela história. E foi assim que comecei a escrever: no momento em que as histórias estavam se concretizando em minha mente e os personagens estavam tão reais que eu quase os ouvia insistindo que eu deveria escrever sobre eles. E, depois que comecei, não consegui mais parar.

3. Seus gêneros favoritos?
R: Depende do meu humor. Por exemplo, no momento estou lendo dois livros bem diferentes ao mesmo tempo. Naqueles dias em que acordo romântica, ou com vontade de dar boas risadas, leio E o Vento Levou, que recomendo para aqueles que gostam de romances de época e querem entender melhor sobre a Guerra Civil Americana, um período bem interessante da história dos Estados Unidos. Em outros dias, quando estou a fim de ler um suspense com ação e muito sangue (sim, porque às vezes sou bem sangrenta rsrsrsrsrsrs) leio A Passagem, um livro maravilhoso para quem gosta de histórias de terror bem construídas e inteligentes com elementos sobrenaturais. 

4. Você prefere trabalhar no silêncio absoluto ou ouvindo música?
R: Novamente, depende do meu humor. Às vezes, o silêncio é para mim ensurdecedor, e outras, ele é simplesmente necessário. Tenho apenas uma regra para escrever: preciso estar bem confortável. Mas, tirando isso, posso escrever na praia, ou enquanto meu marido assiste a um jogo de futebol, ou até mesmo trancada em meu quarto, apenas com o som do ar-condicionado.

5. Pretende escrever mais livros?
R: Acabei de relançar pela Pedrazul o Primeiras Impressões, uma versão moderna de Orgulho e Preconceito, e lancei meu primeiro livro em inglês, chamado Heart of Fire, que faz parte da série The Elments. É uma aventura sobrenatural para jovens adultos, com muitas cenas de ação, suspense, e sangue (eu me inspirei bastante em vários elementos da saga Instrumentos Mortais, que adoro). Claro que também vai ter romance, e vocês vão amar, porque o protagonista é hilário. 
Dentro dos próximos meses, vou lançar outro livro em inglês, uma comédia romântica. É sobre um cavalheiro, inspirado em um personagem por quem tenho um grande crush literário, que viaja no tempo, saindo do século XIX e vindo para o século XXI. Está divertido demais! 
Por último, até o final do ano lançarei também outra versão moderna de uma obra de Jane Austen, mas vou fazer surpresa! 

6. Um sonho de consumo?
R: Fazer um clube do livro com o Stephen King, a J.K. Rowling, o George R. R. Martin e a Cassandra Claire. Também queria que a Jane Austen participasse, mas aí já seria demais, né? rsrsrsrsrs

7. O que você mais gosta de fazer no tempo livre?
R: Curtir meu marido e minhas bolas de pelo laranjas (Luke Skywalker e Leeloo), gastar o que tenho e o que não tenho com livros, ler muuuito (relaxando na praia, mofando no metrô, ou em qualquer lugar que dê para ler meu kindle), ver tudo que o Netflix tem a oferecer, e ir para eventos literários. Para quê mais?

8. Um defeito seu?
R: Quando amo, fico viciada. Quando detesto, não há quem me faça mudar de ideia. 

9. Você costuma se irritar? Em quais ocasiões?
R: Nada me irrita mais do que machismo, homofobia e racismo. Por exemplo, eu já excluí algumas pessoas de redes sociais por conta disso e até no trabalho já tive algumas discussões. São temas que levo bem a sério, e exijo respeito em relação a eles.

10. E se você pudesse ter qualquer super-poder que quisesse, qual seria?
R: Acabar com preconceitos e pré-julgamentos no mundo, pois acho que eles são a maior razão de discórdias e desentendimentos desnecessários entre as pessoas. Mas acho que não precisaria só de super-poderes, e sim de milagre...

11. Um livro pra jogar no fogo?
R: Nenhum. Há alguns livros que detesto, mas jamais os jogaria no fogo, em respeito ao autor / autora e às pessoas que gostam deles. Nenhuma literatura deveria ser, a meu ver, jogada fora, porque ela sempre terá valor para alguém, por mais que não tenha para você ou para mim. Críticas literárias, por outro lado, são muito valiosas, e eu as incentivo sempre.

12. Livros para guardar a sete chaves?
Todos da Jane Austen e a série Harry Potter. Foram as obras que me transformaram em uma grande leitora. E acho que jamais teria me tornado autora se não fosse pela inspiração das maravilhosas Jane Austen e J. K. Rowling.

13. Uma obsessão?
R: Só uma? Ok, já que vou ter que escolher, é a seguinte: detesto quando as pessoas tiram os livros do jeito que eu os arrumei. Quer mexer no meu armário? Fique à vontade. Quer brincar com meus gatos? Sem problema. Quer fazer um churrasco na minha casa? Seja bem-vindo. Mexeu nos meus livros? Pena de morte por execução sumária. #vocêsforamavisados.

14. O que passa pela sua cabeça quando um leitor diz que adorou seu livro?
R: Às vezes, mil coisas, às vezes nada. Mas meu coração sempre fica apertado de emoção com esse tipo de carinho.

Muito obrigada Laís Rodrigues! Adorei as respostas! E vocês, o que acharam?

Até a próxima gente! Adoro vocês, beijos

22.4.17

Sobre a autora Laís Rodrigues – LRDO


Laís Rodrigues nasceu em Salvador, em 1986. Ainda adolescente, mudou-se para o Rio de Janeiro, onde fez faculdade e mestrado em Direito na PUC-Rio. Atualmente, trabalha em uma multinacional na área de Inteligência de Mercado.
Começou a escrever em 2013, mesmo ano em que desenvolveu seu blog. 

Amante de literatura clássica e grande fã de Jane Austen, Laís lançou no final de 2014 o livro Primeiras Impressões, uma versão moderna de Orgulho e Preconceito, o qual foi relançado este ano pela Pedrazul Editora, inaugurando o selo Relevações.

Em 2015, o conto O Armário, que envolve um mistério em torno de uma mulher que sofre abusos físicos e psicológicos do marido, foi selecionado pelo Concurso de Contos SESC Machado de Assis, e uma antologia com os contos premiados foi lançada em 2016. No mesmo período, seu conto romântico O Reencontro foi escolhido para fazer parte da Antologia De Repente, Nós, publicado pela Editora Andross.

Nos últimos tempos, Laís participou e mediou diversos eventos literários, tais como: Encontros de Fãs de Jane Austen - Etapas Rio de Janeiro e Brasília; Semana do Livro Nacional 2015 (a autora foi convidada para apresentar o de 2016 - Etapa Brasília); Fãs de Romances de Época da Editora Arqueiro; dentre outros.

Contato Laís Rodrigues

Instagram: Laisrodriguesautora

14.4.17

{Resenha} Primeiras Impressões – LRDO


Livro único 
Autora: LRDO
Editora: Kiron
Páginas: 304 
Ano: 2014

Sinopse: Primeiras Impressões é uma adaptação moderna do clássico Orgulho e Preconceito de Jane Austen. O romance eterno de Lizzie e do Sr. Darcy é situado, desta vez, entre paisagens paradisíacas do Brasil e cenários surpreendentes dos Estados Unidos, em um relacionamento complexo entre uma carioca sarcástica e brilhante e um político americano de uma família conservadora.


"Um amor não correspondido deve ser umas das tragédias humanas mais cruéis. É melhor ser odiado, do que ser desprezado. Pelo menos, ódio é um sentimento, e pode, lentamente transformar-se em outro sentimento, como o amor" - Filosofou o Sr. Darcy.

História: O livro começa com Frederick Darcy e seu amigo Charles, os quais viajaram para uma ilha particular que Charles comprou no Brasil. E Liz Benevides acaba de voltar para o Brasil após o seu último período da faculdade. E quando a notícia chega aos ouvidos de Janaína Benevides de que Darcy é envolvido no mundo da política, ela fica empolgadíssima, pois quer arranjar um bom casamento para as filhas. Ela se preocupa muito com a vida amorosa de suas filhas, e principalmente a de Liz, pois a mesma não acredita nessa história de "amor". Para Liz, homens queriam apenas usar, manipular e descartar as mulheres. 

As primeiras impressões de Frederick Darcy em relação a brasileira não são das melhores, já que de primeira percebeu o quanto Liz era atrevida. 

Mas pelo jeito não foi só ele quem teve uma primeira impressão ruim, não!

As primeiras impressões que Liz tinha sobre Darcy também não era lá das melhores, ela o considerava um cara antipático mal-humorado e metido. Ele realmente se mostra ser superior aos brasileiros, e para piorar, David, um antigo amigo dos americanos, fala sobre a outra outra parte obscura de Frederick à Liz sobre.


“Acreditava que poucos mereciam seu amor. Quanto mais conhecia o caráter humano, mais se decepcionava com suas inconsistências. Para ela, era cada vez mais difícil confiar em alguém.”

Personagens: Liz é uma jovem bonita, determinada e muito inteligente. Frederick Darcy é aquele cara gênio, rico, lindo e charmoso. Mas como ninguém é perfeito, eles tem a mania de julgar logo nas primeiras impressões. Os personagens secundários tiveram um ótimo papel de modo que completam o livro. Cada um tem seus defeitos e qualidades, e eu amei a forma que a autora os construiu, me fez amar e se sentir mais envolvida com cada personagem.

Capa: É linda e tem tudo a ver com a história. Todo bem trabalhado e cheio de detalhes. Muito bem feita. 

Escrita: Laís escreve muito bem. A escrita nos faz devorá-lo em poucos dias. A letra está num tamanho agradável para a leitura e as páginas do livro são brancas. Os cenários são muito bem construídos e descritos. Ela tem muito potencial. 

Notas finais: Este livro é uma ótima adaptação. Super recomendo tanto pra quem leu Orgulho e Preconceito tanto pra quem não leu. Desejo de coração muito sucesso pra você, Laís, pois você merece.

Nota geral: 10/10

E não acabou por aí! Também fiz uma entrevista com essa escritora maravilhosa! Pretendo postar ainda essa semana, hein!

Até a próxima, gente! Adoro vocês, beijos.

21.3.17

{Resenha} O Guia do Mochileiro das Galáxias – Douglas Adams

Autor: Douglas Adams
Editora: Arqueiro
Páginas: 160
Ano de publicação: 2004

Sinopse: “Considerado um dos maiores clássicos da literatura de ficção científica, O Guia do Mochileiro das Galáxias vem encantando gerações de leitores ao redor do mundo com seu humor afiado.

Este é o primeiro título da famosa série escrita por Douglas Adams, que conta as aventuras espaciais do inglês Arthur Dent e de seu amigo Ford Prefect.

A dupla escapa da destruição da Terra pegando carona numa nave alienígena, graças aos conhecimentos de Prefect, um E.T., que vivia disfarçado de ator desempregado enquanto fazia pesquisa de campo para a nova edição do Guia do Mochileiro das Galáxias, o melhor guia de viagem interplanetário.

Mestre da sátira, Douglas Adams cria personagens inesquecíveis e situações mirabolantes para debochar da burocracia, dos políticos, da “alta cultura” e de diversas instituições atuais. Seu livro, que trata em última instância da busca do sentido da vida, não só diverte como também faz pensar”.

História: O livro começa na Terra, com Arthur Dent. Ele recebe a notícia de que sua casa será demolida urgentemente para construir um desvio de algo do espaço que está vindo para a Terra. No mesmo instante, Ford Prefect, um extraterrestre que estava preso na Terra há exatos 15 anos, para fazer uma pesquisa sobre o livro "O Guia do Mochileiro das Galáxias", fica sabendo. Ele é amigo de Arthur, que nem sequer desconfia que Ford é um E. T., pois ele está disfarçado de ator desempregado. Ford então revela que o planeta está prestes a ser destruído e que Arthur não precisa se procupar. E ele fala isso como se fosse normal. Arthur fica desesperado achando que o amigo está louco. Os dois então conseguem fugir da destruição da Terra pegando uma carona na nave Vogons. Desde aí eles viajam para diversos mundos peculiares. E para os guiar, o livro O Guia do Mochileiro das Galáxias é essencial. Ele é tipo um tablet. Como se fosse nosso Wikipédia, que explica tudo o que precisamos saber. Ele é um guia sobre tudo, para não deixar nenhum mochileiro intergaláctico sem saber o que fazer em determinado lugar.

Personagens: Arthur Dent é um inglês comum, simples, com nada de interessante, mas, apesar disso, de certa forma gostei dele. Já Ford Prefect, não me apeguei muito a ele, mas o papel dele na história é muito importante para que a trama aconteça. Não posso deixar de citar Morvin, um robô. Ele aparecerá logo após deixarem a Terra. Me encantei com Morvin. Ele foi criado para ter sentimentos humanos e sofre de depressão e melancolia. Ele é vem mal-humorado com os humanos e a vida. Por diversos momentos no decorrer da história ri por causa do seu humor.

Capa: A edição está linda. Os detalhes na capa e a imagem de fundo estão bem colocadas e combina perfeitamente com o conteúdo da história.

Escrita: A narrativa em terceira pessoa é agradável, muito rica e bem divertida. É cheia de conteúdo e com piadas bem distribuídas e sacadas bem inteligentes. Para que você entendar melhor os mundos na qual viajamos, o autor nos explica em certas páginas do livro o significado de cada coisa "inimagináveis" que aparece na história. A descrição dos seres e dos cenários são tão ricos que somos abraçados por eles, nos fazendo parte dele.

Notas finais: Ficção Científica é um dos meus gêneros preferidos, então leio com atenção. E ao meu ver, Douglas Adams manifestou com capacidade a sua incrível criatividade na ciência e no universo. Além de você estar viajando para extraordinários mundos peculiares, você vai estar enchendo-se de conhecimento. O livro é pequeno, mas rico em detalhes e inteligência, e a minha dica é, leia com calma, sem pressa, e com bastante atenção. Não importa a sua idade, esse livro sempre poderá ser bem aproveitada.

Não há nada de clichê no livro, pois tudo nele é único e original, então nunca sabemos o que virá a seguir. Então prepare-se para se surpreender! 

NOTA GERAL: 9/10

Até a próxima gente! Adoro vocês, beijos!

15.3.17

{Resenha} Os 13 Porquês – Jay Asher



Título: Os 13 porquês
Autora: Jay Asher
Editora: Ática
Ano: 2009
Páginas: 244

Não contém spoilers!

Sinopse: Ao voltar da escola, Clay Jensen encontra na porta de casa um misterioso pacote com seu nome. Dentro, ele descobre várias fitas cassetes. O garoto ouve as gravações e se dá conta de que elas foram feitas por Hannah Baker - uma colega de classe e antiga paquera -, que cometeu suicídio duas semanas atrás. Nas fitas, Hannah explica que existem treze motivos que a levaram à decisão de se matar. Clay é um desses motivos. Agora ele precisa ouvir tudo até o fim para descobrir como contribuiu para esse trágico acontecimento.


“Olá, meninos e meninas. Quem fala aqui é Hannah Baker. Ao vivo e em estéreo. Sem promessa de retorno. Sem bis. E, desta vez, sem atender aos pedidos da platéia. Espero que vocês estejam prontos, porque vou contar aqui a história da minha vida. Mais especificamente, por que ela chegou ao fim. E, se estiver escutando estas fitas, você é um dos motivos”

História: Clay Jensen, ao voltar da escola se depara com um pacote endereçado a ele, mas sem um remente. Quando ele abre o pacote, acaba a encontrar fitas com uma lista de 13 culpados pela morte da jovem Hannah. Em cada fita ela fala o porquê cada uma dessas pessoas a fizeram ir ao limite e dicidir se matar. Ela quer que cada um deles saibam, então ela fez todo um planejamento antes de morrer. Ela deixa claro que as fitas devem ser passados de pessoa a pessoa.


"E você, que é o felizado número treze, pode levar as fitas direto para o inferno."

E se essas fitas não passarem por todos que estão incluídos, de alguma forma uma cópia será vista em público e seram desvendadas comportamentos e até mesmo segredos deles. Então Clay passa uma madrugada inteira andando pelos lugares citados por ela nas fitas.

Personagens: Os personagens são bem feitos e os sentimentos são bem reais, mas não consegui me apegar com nenhum. Hannah, a personagem principal era tomada pela solidão e depressão. Sua vida se resumia em boatos e fofocas sobre ela. Dá pra sentir o quanto ela sofreu, é angustiante. Clay é um presonagem bom, sua praia era ficar em casa, não saía pra festas, nunca menosprezou Hannah, então porquê diabos ele está na fita?


"O que foi que eu fiz para você, Hannah?"

Capa: Esta edição está linda, tudo nele está referido a história. Super caprichada.

"Não vou dizer qual fita tem a ver com sua participação na história. Mas, não precisa ter medo. Se você recebeu essa caixinha bonitinha, seu nome vai aparecer... Eu prometo"

Escrita: Eu particulamente posso dizer que amei a escrita. A narrativa é fácil, mas muito intensa e profunda, o que faz dela uma leitura um pouco difícil de acompanhar. Apesar daquele suspense de querer saber o porquê de ele está nas fitas, não consegui ler muitos capítulos seguidos. A narração é imtercalada entre as fitas cassetes de Hannah e os pensamentos de Clay. Os capítulos são separados com imagens de "pausa", "stop" e "play", o que achei bem legal.




Notas finais: O livro me fez repensar em tudo aquilo que muitos ignoram. Muitas vezes alguma pessoa que está do nosso lado pode estar querendo pedir ajuda de alguma forma. Os 13 porquês aborta assuntos muito sérios que não devemos deixar de lado, como o suicídio, depressão, bulling, abuso sexual, mentiras e o poder que nossas pequenas atitudes podem fazer.

Se você tem algum desses sentimentos amargos, fale com alguém de confiança, se alive, chore. Se não tem ninguém pra te ouvir, por favor, fale comigo! Não sou uma especialista em ajuda, mas posso ser amiga, sou sincera, e já passei, ou ainda passo por isso. Não é fácil.

Se você ver qualquer sinal de depressão em alguém, ajude. Você pode estar salvando uma vida. Recomendo a leitura para jovens e adultos.

Está escrito assim na última página do livro: “Telefones e Endereços Úteis”,  “caso você se identifique com os sintomas de Hannah Becker e precise de ajuda”.


"Não tomei essa decisão no calor do momento. Não me menosprezem... mais uma vez."

NOTA GERAL: 8/10

Até a próxima gente! Adoro vocês!

13.3.17

{Playlist literária} Top 10 melhores músicas


Oi leitores, como vai?

Hoje eu vim trazer algumas músicas que eu ouço enquanto leio.

Eu particularmente prefiro ouvir músicas em inglês, porque  se você só sabe algumas palavras em inglês de cor, esses são o mais recomendados pra você não se perder durante a leitura. Enfim, não tenho um livro pra cada música, tenho vários livros pra cada música.

Vamos ao que interessa:

1. Cry Baby - Melanie Martinez

Gente, vocês tem que ouvir essa música. Eu não estou conseguindo parar de ouvir ela. Coloquei ela sozinha numa pasta do meu celular pra eu ouvir, e assim que ela terminar volta do começo e escuto tudo de novo. Sim, estou obcecada por essa música.

2. Never Alone - Barlow Girl

Amo de coração essa música. Ela faz com que eu às vezes tiro os olhos do livro pra balançar a cabela e tocar um instrumento invisível (bateria, com certeza).

3. Don't Let Me Down (feat. Daya) - The Chainsmokers

Não recomendo essa música para leituras calmas. Recomendo pra quando estiver aquela coisa empolgante com muita ação haha

4. Photograph – Ed Sheeran

Que música! Essa é para aqueles livros mais calmos. (Não sei vocês, mas quando ouço essa música só me lembro de Como Eu Era Antes de Você)

5. Those Nights - Skillet

É para aqueles livros que tenha muito apaixonite. Curto bastante.

6. See You Again (Feat. Charlie Puth) - Wiz Kalifa

O que falar dessa música? Pra chorar em baldes mesmo! Livros chorosos.

6. Hall Of Fame - The Script

A letra dessa música é linda! Quando vejo um livro de superação ou de um personagem que luta para conseguir algo mesmo que seja impossível, me lembro dessa música. Linda.

7. Not Gonna Die - Skillet

Mais uma dessa banda que amo porque sim. Acho que ela combina certinho com aqueles livros com um bom suspense e terror. Adoroooo!

8. Falling In The Black - Skillet

:D

Siiiim! Mais uma deles hahahah
Quando estou lendo algo bem tipo um tanto psicopata ouço ela, não me perguntem o porquê haha

9. Rooftops - Jesus Culture

AMO de coração as músicas de Jesus Culture. É uma banda gospel MUITO boa!

10. Safe & Sound - Taylor Swift

Escuto essa quando não quero escutar música, mas escuto. Não que eu não goste dela, mas é que ela é bem calma e fica apenas como fundo de leitura hahah

Acabou? Acabou! :(

Foi muito bom compartilhar as músicas que mais estou ouvindo com vocês. Espero que tenha agradado vocês.

Qual é a música que você está obcecado no momento? Coloca aí pra eu ouvir também, músicas novas sempre são bem vindas <3

Beijos, adoro muito vocês!

8.3.17

{Resenha} Fique Onde Está e Então Corra – John Boyne


Livro único
Autor: John Boyne
Editora: Seguinte
Páginas: 224
Ano: 2014

Não contém spoiler!

Sinopse: Alfie Summerfield nunca se esqueceu de seu aniversário de cinco anos. Quase nenhum amigo dele pôde ir à festa, e os adultos pareciam preocupados — enquanto alguns tentavam se convencer de que tudo estaria resolvido antes do Natal, sua avó não parava de repetir que eles estavam todos perdidos. Alfie ainda não entendia direito o que estava acontecendo, mas a Primeira Guerra Mundial tinha acabado de começar. Seu pai logo se alistou para o combate, e depois de quatro longos anos Alfie já não recebia mais notícias de seu paradeiro. Até que um dia o garoto descobre uma pista indicando que talvez o pai estivesse mais perto do que ele imaginava. Determinado, Alfie mobilizará todas suas forças para trazê-lo de volta para casa.

História: Mais uma vez John Boyne nos mostra uma história em meio a guerra pelo olhar de uma criança. O protagonista é o garotinho Alfie. Era seu aniversário de 5 anos quando a guerra começou. Desde então sua vida ao lado da sua família muda. Alfie, uma criança inocente se vê assustado e claro, em pânico. Os anos se passam e a vontade de que as coisas voltassem a ser como antes parece ser impossível. Mas Alfie era muito esperto e tinha um plano.

Personagens: Alfie me encantou. Assim como os personagens secundários, Alfie foi um personagem bastante real. Os sentimentos e a imaturidade são bem trabalhados, o que faz com que ele realmente se pareça com uma criança.

Capa: Amei a capa. Mostra muito de seu conteúdo.  É colorido e muito bem feita.

Escrita: Como sempre a escrita de John Boyne é maravilhosamente fluída e em terceira pessoa. Minhas únicas críticas vão apenas para as primeiras páginas que achei um pouco arrastadas, mas continuei a ler pois sabia que eu não iria me arrepender, e como sempre, John Boyne arrasou!

Notas finais: John Boyne sabe como criar uma história emocionante e tocante. Não sei descrever o quanto eu gostei desse livro. Fique Onde Está e Então Corra vai estar guardado para sempre no meu coração. Não sei vocês, mas quando eu vejo um livro que fala sobre Guerra eu fico louca pra ler (por isso amo John Boyne). O final desse livro é lindo. É impossível terminar o livro sem se emocionar. Quando vocês chegarem no final do livro vai saber o porquê do título. Fiquei tipo: John Boyne seu GENIAL, te amo, bjs.


"E ficou onde estava.
E então correu."

Nota Geral: 10/10

Até a próxima gente! Adoro vocês, beijos

A garota que lê | Entrevistando a autora Laís Rodrigues

Oi leitores, tudo bem? Sim, agora vai ter entrevistas aqui! \o/ Entrevistas com autores maravilhosos que adoramos. Para começo, a prim...